Quando um piso de madeira apresenta riscos, manchas, desgaste ou irregularidades, uma das primeiras dúvidas costuma ser: o lixamento consegue resolver tudo isso?
A resposta depende das condições da madeira.
O lixamento é uma etapa importante da restauração, mas não funciona da mesma maneira em todos os pisos. O estado da madeira determina como o trabalho será realizado e quais outros reparos podem ser necessários ao longo do processo.
Antes de iniciar o trabalho, é preciso observar as condições da madeira.
Existem lixas com diferentes níveis de abrasividade ? das mais agressivas às mais finas ? e a escolha depende justamente do estado encontrado e da etapa do processo.
Por isso, dois pisos de madeira podem exigir tratamentos diferentes, mesmo quando visualmente apresentam problemas semelhantes.
Mas existe um ponto importante: nem toda marca pode ser completamente eliminada.
Um risco muito profundo, por exemplo, pode exigir um desgaste excessivo da madeira para desaparecer totalmente. Nesses casos, insistir no lixamento pode comprometer o próprio piso.
O objetivo da restauração, portanto, não é simplesmente lixar até que qualquer marca desapareça, mas trabalhar a madeira dentro das condições que ela apresenta.
Também não existe uma única resposta.
Algumas manchas são mais superficiais e podem apresentar excelente resultado com o processo de restauração. Outras já penetraram mais profundamente na madeira e podem não desaparecer completamente.
É justamente por isso que o diagnóstico do piso é tão importante: a profundidade e a origem do dano interferem diretamente no resultado possível.
Outro ponto importante é que restauração e lixamento não são sinônimos.
Durante o trabalho podem ser encontrados tacos ou peças de parquet soltas, pequenas frestas e outras situações que precisam ser corrigidas para que o conjunto seja recuperado adequadamente.
A fixação de peças soltas e a calafetação das frestas entre as peças podem fazer parte do processo de preparação e restauração do piso.
Isso é diferente da instalação de um novo piso. A LixaSinos não trabalha com colocação de pisos de madeira, mas pode realizar os reparos necessários nas peças existentes quando eles fazem parte do serviço de restauração.
A madeira também possui limites.
Um assoalho antigo severamente comprometido por cupim, por exemplo, pode já não apresentar condições adequadas para o processo.
O mesmo cuidado vale quando encontramos madeira podre, excessivamente úmida ou deteriorada a ponto de esfarelar.
Nessas situações, não basta avaliar apenas a aparência do piso. É necessário verificar as condições da própria madeira antes de definir se a restauração é tecnicamente viável.
Riscos, manchas, peças soltas ou desgaste não significam automaticamente que um piso de madeira precisa ser substituído.
Da mesma forma, não é possível afirmar que todo piso antigo pode ser restaurado.
O primeiro passo é entender o estado da madeira, a profundidade dos danos e quais etapas serão necessárias para sua recuperação.
Fotos e vídeos podem ajudar em uma avaliação inicial e, quando necessário, uma análise mais detalhada permite definir o processo mais adequado.
Antes de substituir um piso de madeira, vale descobrir o que ainda pode ser recuperado.
A LixaSinos atua há mais de 30 anos na restauração e no lixamento de pisos de madeira, parquet e assoalho. Entre em contato com a LixaSinos Ambientes e solicite uma avaliação do seu piso.
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Simone Penz é representante comercial da LixaSinos, consultora de marketing e atua na conexão entre clientes, arquitetos, designers e especialistas em restauração de pisos de madeira. Compartilha conteúdos para ajudar pessoas a tomar decisões mais seguras na conservação, recuperação e valorização de ambientes.
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