O parquet faz parte de muitos imóveis construídos há décadas e, justamente por sua durabilidade, é comum encontrar pisos que já atravessaram diferentes fases de uso da casa.
Com o passar do tempo, porém, aparecem riscos, perda de brilho, manchas, desgaste e até pequenas frestas ou peças que precisam de atenção. É nesse momento que surge uma dúvida bastante comum: vale a pena restaurar o parquet ou é melhor substituir o piso?
Antes de decidir pela troca, é importante avaliar as condições da madeira. Em muitos casos, um parquet que parece antigo ou bastante desgastado ainda pode ser recuperado.
A aparência atual do piso nem sempre revela o seu potencial de recuperação.
Anos de circulação, movimentação de móveis e desgaste do acabamento alteram bastante a aparência da madeira. Isso pode fazer com que um piso recuperável pareça estar em condições muito piores do que realmente está.
Por isso, idade e aparência, isoladamente, não determinam se o parquet precisa ser substituído. O que precisa ser observado é o estado das peças e da madeira, além do tipo e da profundidade dos danos existentes.
Alguns sinais costumam levar o proprietário a procurar uma avaliação:
· perda de brilho e desgaste do acabamento;
· riscos e arranhaduras;
· manchas;
· diferenças de aparência entre áreas mais e menos utilizadas;
· pequenas frestas;
· peças que apresentam movimentação ou estão soltas.
Essas situações não significam automaticamente que o piso precise ser retirado. A restauração busca avaliar o conjunto e identificar o que pode ser recuperado e quais reparos podem ser necessários antes do novo acabamento.
Dentro de um projeto de restauração, algumas peças podem precisar de fixação e as frestas existentes podem exigir tratamento adequado. Esses reparos fazem parte da recuperação do piso quando tecnicamente indicados.
Isso é diferente da instalação de um novo parquet. O objetivo da restauração é preservar e recuperar o piso existente sempre que suas condições permitirem, realizando os reparos necessários para que o conjunto possa receber o tratamento adequado.
A decisão não deveria ser tomada apenas comparando a aparência do piso antigo com a de um piso novo. Primeiro é preciso descobrir qual é a condição real da madeira existente.
Quando o parquet apresenta condições de recuperação, a restauração permite preservar um elemento que já faz parte do imóvel e renovar sua aparência sem necessariamente substituir todo o piso.
Por outro lado, existem situações em que o comprometimento da madeira pode limitar a recuperação. Por isso, uma avaliação individual é mais segura do que concluir, apenas pela aparência, que o piso ?não tem mais jeito?.
Depois da recuperação do piso, a escolha do acabamento influencia diretamente sua aparência final.
O resultado pode valorizar mais o aspecto natural da madeira ou evidenciar seu brilho, dependendo do sistema escolhido e da preferência do cliente.
Além da estética, fatores como utilização do ambiente, rotina dos moradores, tempo de secagem e manutenção também precisam ser considerados. Por isso, não existe um único acabamento ideal para todo parquet ou para todo cliente.
Um piso marcado pelo tempo não é necessariamente um piso perdido.
Antes de optar pela substituição, vale entender as condições da madeira e descobrir quais possibilidades de recuperação existem.
Fotos e vídeos do ambiente podem ajudar em uma primeira análise. Quando necessário, uma avaliação mais detalhada permite definir com maior precisão as condições do piso e o serviço indicado.
A LixaSinos atua há mais de 30 anos na restauração de pisos de madeira, parquet e assoalho. Entre em contato com a LixaSinos Ambientes e solicite uma avaliação.
Simone Penz é representante comercial da LixaSinos, consultora de marketing e atua na conexão entre clientes, arquitetos, designers e especialistas em restauração de pisos de madeira. Compartilha conteúdos para ajudar pessoas a tomar decisões mais seguras na conservação, recuperação e valorização de ambientes.
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